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Um universo sensual habitado por mulheres dignas dos melhores sonhos adolescentes, materializa-se agora em Siena. Mas parece destino à jaula em tempos de Silvio Berlusconi e ‘bunga-bunga’. Por Irene Hdez. Velasco, de Roma, para El Mundo, de Madri
Michael Moore, o mais famoso documentarista social, foi ao centro de Nova York para falar ao movimento ‘Occupy Wall-Street’, que ocupa a zona próxima da Bolsa, para contestar um mundo esmagado pela lógica financeira global.
No dia três de
janeiro, Matías
Catrileo foi assassinado
pelo Grupo de Operações
Especiais (GOPE) dos
carabineiros do Chile.
Uns trinta comuneros
(habitantes de reservas)
mapuches tentaram ocupar
terras, que reclamavam
como suas ancestralmente,
do latifundiário
Jorge Luchsinger. A
polícia chilena
respondeu com balas,
acabando com a vida
desse jovem estudante
mapuche de 22 anos.
Matías Catrileo
é mais uma vítima
que se soma a uma série
de jovens que foram
assassinados no Chile
durante seu período
de democracia (desde
1990). Alex Lemun, comunero
mapuche, marcou um precedente
ao ser morto aos 17
anos pelo major dos
carabineiros, Marcos
Treuer. O caso permanece
impune desde que a causa
foi desqualificada pela
Corte Marcial em 2004.
Durante a presidência
de Bachelet também
foi assassinado pela
polícia o trabalhador
florestal Rodrigo Cisternas,
enquanto participava
em um protesto por melhorias
salariais.
Veja
o vídeo de Matías
Catrileo meses antes
de ser assassinado
Rojo y negro
.
Por
J. L. Humanes
.
O vídeo foi
gravado meses antes de ser
assassinado pela costas, pelas
mãos de um cabo dos
carabineiros, Walter Ramírez
Espinoza, quando ele (Matías
Catrileo), juntamente com
outros 30 comuneros
da comunidade de Lleupeco,
comuna de Vilcún, efetuavam
uma recuperação
de terras na área Santa
Margarita, da propriedade
legal do latinfundiário
Jorge Luschinger: "se
temos que morrer lutando por
nosso território, assim
o faremos".
Assista
ao vídeo sobre o assassinato
de Matías Carrileo