Por meio da fotografia, adolescentes de Canoas exercitam olhar crítico sobre seu cotidiano e a cidade. Por Marilia Schmitt Fernandes e Redação de ViaPolítica
Um universo sensual habitado por mulheres dignas dos melhores sonhos adolescentes, materializa-se agora em Siena. Mas parece destino à jaula em tempos de Silvio Berlusconi e ‘bunga-bunga’. Por Irene Hdez. Velasco, de Roma, para El Mundo, de Madri
Michael Moore, o mais famoso documentarista social, foi ao centro de Nova York para falar ao movimento ‘Occupy Wall-Street’, que ocupa a zona próxima da Bolsa, para contestar um mundo esmagado pela lógica financeira global.
A Editora Devir, focada em quadrinhos, em parceria com Toninho Mendes, o editor da preciosa Chiclete com Banana, lançou há pouco, em três volumes de capa dura, a saga integral dos Piratas do Tietê, de Laerte. Agora que caíram os preconceitos e as censuras – tanto as acadêmicas como as de cunho moral, religioso e político – contra as histórias em quadrinhos, a aposta editorial que objetiva conquistar um espaço digno nas livrarias, além das bancas, em definitivo aponta para uma nova etapa bem-sucedida da HQ brasileira.
As aventuras longas dos Piratas do Tietê – reserva de quadrinhos das melhores safras produzidas no país – evidenciam a figura de Laerte como um criador e artista gráfico maduro, à altura de um Robert Crumb, nos Estados Unidos, e de Luiz Gê, Angeli, Glauco e Alcy, todos os últimos da mesma geração de quadrinistas e chargistas “apolípticos”, como, certa vez, escreveu Umberto Eco em sua obra capital para o entendimento desta via gráfica.
A coletânea dos Piratas do Tietê recebeu o prêmio de Melhor Publicação de Humor de 2007, no 20° HQ Mix, em 23 de julho último, assim como foi plenamente destacada outra obra de Laerte, a Laertevisão, uma viagem na biografia do autor.
Veja os piratas em ação, em tiras e desenhos de Laerte, reproduzidos dos três volumes da coleção Piratas do
Tietê - A saga completa,
que agora chega às livrarias.