Por meio da fotografia, adolescentes de Canoas exercitam olhar crítico sobre seu cotidiano e a cidade. Por Marilia Schmitt Fernandes e Redação de ViaPolítica
Um universo sensual habitado por mulheres dignas dos melhores sonhos adolescentes, materializa-se agora em Siena. Mas parece destino à jaula em tempos de Silvio Berlusconi e ‘bunga-bunga’. Por Irene Hdez. Velasco, de Roma, para El Mundo, de Madri
Michael Moore, o mais famoso documentarista social, foi ao centro de Nova York para falar ao movimento ‘Occupy Wall-Street’, que ocupa a zona próxima da Bolsa, para contestar um mundo esmagado pela lógica financeira global.
Como estão os nova-iorquinos a exatos sete anos após a maior tragédia que mudou a cara e o espírito da cidade e, de resto, do mundo contemporâneo? Este foi o mote da viagem fotográfica de duas semanas do publicitário, fotógrafo e colunista de ViaPolítica, Alberto Meneghetti, que buscou retratar os anônimos habitantes da metrópole considerada como um dos centros do planeta. São cinco milhões de pessoas diariamente percorrendo a quase-ilha de norte a sul, de leste a oeste, num passo apressado. Muitas vezes sem a câmera no olho, usando a técnica do pré-foco, Meneghetti capturou instantes preciosos e representativos desse tão difundido individualismo dos que moram e (sobre)vivem em Nova York.
A partir de flagrantes do cotidiano, Meneghetti montou a exposição NYC People, centrada quase exclusivamente em pessoas, abrindo mão de registros da tradicional e característica verticalidade da geografia urbana da megalópole.
A mostra NYC People, em exposição no Espaço STB Brasas (Rua Anita Garibaldi, 1515), em Porto Alegre, de 11 de setembro a 1º de outubro, reúne 32 fotos de Alberto Meneghetti como forma de lembrar, e celebrar, a vida que continua fluindo na “Big Apple”, passados sete anos do trágico 11 de setembro de 2001.