Por meio da fotografia, adolescentes de Canoas exercitam olhar crítico sobre seu cotidiano e a cidade. Por Marilia Schmitt Fernandes e Redação de ViaPolítica
Um universo sensual habitado por mulheres dignas dos melhores sonhos adolescentes, materializa-se agora em Siena. Mas parece destino à jaula em tempos de Silvio Berlusconi e ‘bunga-bunga’. Por Irene Hdez. Velasco, de Roma, para El Mundo, de Madri
Michael Moore, o mais famoso documentarista social, foi ao centro de Nova York para falar ao movimento ‘Occupy Wall-Street’, que ocupa a zona próxima da Bolsa, para contestar um mundo esmagado pela lógica financeira global.
Nenhum gênero musical
simbolizou de forma tão
aguda e verdadeira o pensamento
e a atitude de duas gerações
como o rock’n’roll.
Arma ideológica durante
a guerra fria, objeto de desejos
clandestinos na extinta “Cortina
de Ferro” pseudo-socialista,
e infinitas vezes reprimido
pelas ditaduras e polícias
ocidentais, o rock segue sua
trajetória, reunindo
e emocionando milhões
de pessoas em todo o mundo.
Os sonhos dos roqueiros não
morrem, embora o grito “Revolution!”
já não tenha
o mesmo significado de antes.
Enquanto Bush cavalga as Valquírias
no Iraque, Bin Laden morre
e renasce mil vezes, e o sucessor
de Pedro levanta o Vaticano
contra o profeta Mohammed,
o rock segue sendo o idioma
único da Torre de Babel.
ViaPolítica
apresenta, nesta edição,
fragmentos de uma obra dirigida
apenas para seus olhos: “Rock
Dreams”,
editado por R&B Books,
de Nova Iorque, no já
distante ano de 1982, e impresso
na “Alemanha Ocidental”(sinais
de globalização?). “Rock Dreams”,
editado posteriormente, também
em inglês,
pela Taschen Editora http://www.americanas.com.br/cgi-bin/WebObjects/BookStore.woa/wa/artist?artistId=
73144&obrasType=BOOK,
reproduz as mil faces dos
protagonistas centrais da
viagem roqueira que, sabemos,
jamais terá fim. Entre
eles, Jimi Hendrix, Jeff Beck,
Ian Anderson, Brenda Lee,
The Beatles, Rolling Stones,
Mamas and the Papas, Bob Dylan,
Fats Domino, e tantos outros
imortais, retratados para
sempre pelo gênio dos
traços e cores realistas
do artista belga Guy
Peellaerthttp://www.guypeellaert.com,
e pelos textos milimetrados
de Nik Cohn.
Da galeria, selecionamos uma
dezena de imagens-flagrante,
que, cada uma a seu modo,
sintetizam todos os nossos
segredos que a vida escondeu,
mas não matou.