Em seu novo trabalho, Luiz Rosemberg
Filho faz uma declaração de amor ao
cinema e uma inquietante pergunta:
o que foi que fizemos com a imagem?
Por José Carlos Asbeg, do Rio de Janeiro
Para Lêdo Ivo, a poesia é uma magia verbal, um “idioma” específico dentro da linguagem e um testemunho da condição humana. A verdadeira celebração do Universo pelo homem. Por Floriano Martins, de Fortaleza
O mito do viajante que explora paisagens intocadas é tema da série de obras da
artista plástica americana
“Em meu trabalho eu observo mitologias culturais que desfiguram a natureza e nossa relação com ela”, escreve Christine Gray. Sua mais recente série de obras focaliza o mito americano do explorador, “viajando sozinho através de paisagens intocadas, em busca de uma experiência reveladora do divino.” “Por meio da disposição de objetos”, acrescenta Christine Gray, “o personagem ausente em minhas pinturas ativamente imagina o sublime na natureza com acesso limitado a suas perspectivas. Objetos naturais são combinados com materiais manufaturados para obter um invento, uma roupa ou abrigo que estimulam a jornada espiritual que eles procuram.”
Christine Gray mora em Richmond, Virginia, nos Estados Unidos, onde é professora assistente na Virginia Commonwealth University. Seu trabalho foi apresentado em Okay Mountain, em Austin (de 16 de janeiro a 13 de fevereiro); na Cress Galeria de Arte, em Chattanooga; na Alfred University e na Galeria de Arte Project 4, em Washington, DC, que representa a artista.