Por meio da fotografia, adolescentes de Canoas exercitam olhar crítico sobre seu cotidiano e a cidade. Por Marilia Schmitt Fernandes e Redação de ViaPolítica
Um universo sensual habitado por mulheres dignas dos melhores sonhos adolescentes, materializa-se agora em Siena. Mas parece destino à jaula em tempos de Silvio Berlusconi e ‘bunga-bunga’. Por Irene Hdez. Velasco, de Roma, para El Mundo, de Madri
Michael Moore, o mais famoso documentarista social, foi ao centro de Nova York para falar ao movimento ‘Occupy Wall-Street’, que ocupa a zona próxima da Bolsa, para contestar um mundo esmagado pela lógica financeira global.
Brasília – Vocês – que não moram em Brasília – não têm idéia da secura que assola o Distrito Federal e seu entorno, ou melhor, ASSOLAVA. A chuva chegou, tá chegando de mansinho, veio em muito boa hora.
Deixa chover... deixa a chuva molhar!
A gente costuma reclamar da chuva nas cidades, pois na vida urbana o conforto impera e circular pelas ruas fica mais difícil. Mas no campo – e Brasília tem o horizonte circular, repleto de verde – a chuva significa o renascimento, tempo de fartura. Tirando o Poder, Brasília é demais! Mas a secura aqui já estava insuportável. Com a chuva a vida renasce, tudo vem com força e viço, e começa a brotar. Dá até vontade de sair cantando na chuva.
E, por isso, agradecendo aos céus, Rota 66faz aqui a sua Dança da Chuva, trazendo roques lendários e novos sons que falam dela, encharcados de boas vibrações. A história do rock está repleta de canções que se referem à chuva, seja em metáforas ou descrições, com visões e percepções alegres ou mesmo entristecidas. Mas, acima de tudo, a chuva significa mudança, transformação, como a força de um rio que passa em nossas vidas. Não é à toa que os povos por este mundo afora costumam reverenciar a chuva, seja para agradecer ao todo poderoso ou pedir sua benção.
Se você desejar fazer a sua própria dança da chuva, aqui vão alguns valorosos conselhos:
1. Nunca faça a dança em cima de um morro.
2. Certifique-se de que há bastante espaço para rodar e dançar.
3. Gire no sentido horário.
4. Invente seu próprio canto. Tem que ser ritmado e fácil de cantar rápido.
5. Cante bem alto, grite o seu canto da chuva enquanto fica girando, girando.
6. Se for para parar de chover, tem que girar ao contrário e cantar de trás para a frente.
Na seqüência, Bus stop do supercompositor inglês dos anos 60, Graham Gouldman, com os The Hollies em 1967, também o sucesso ritmado Have you ever seen the rain, de 1970, com o Credence Clearwater Revival e o brazuca Kiko Zambianchi cantando Primeiros erros (chove) de 1985. Depois temos Rain king, de 1993, com o grupo de São Francisco, Califórnia, os Counting Crows, um som do século XXI com o verdadeiro espírito roqueiro, enquanto terminamos com a ventania de Thunder road, com o "the boss" Bruce Springsteen,e, ao fundo, a singela versão de Demétrius, em 1964, para Rhythm of the rain, de John Gummoe, sucesso com Ricky Nelson.